A falta de memória ou a limpeza do passado que não interessa.

Assistia eu à merecida homenagem no Palácio Real de S. Bento aos campeões europeus de footsal na Eslovénia.

No momento solene o senhor Presidente da Assembleia da República, Dr Ferro, referiu-se à dívida que o futebol português tinha, em termos de prestígio aportado á Nação, pelo Benfica e pelo Sporting (clubes de Lisboa).

Esqueceu-se sua excelência de todo o prestígio  aportado pelo F.C. do Porto, com as duas taças Intercontimentais, as 2 taças dos Campeões  Europeus e tantos outros títulos que, seguramente também  prestigiaram a Nação Portuguesa.

Estes lapsus linguae são imperdoáveis á segunda presonalidade da hierarquia de Portugal.

Vergonha Dr Ferro Rodrigues!

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A minha alma já não pasma!!

Acabo de ver e ouvir a reportagem na TVI sobre os “negócios” dos incêndios e do que se gasta de dinheiros públicos nas trapaças, omissões e eventualmente no dolo á coisa pública. Os montantes apontados na reportagem, no pagamento de meios aéreos que dependem da contratação pública ( horas de voo contratadas, manutenção, etc.) ascendem a mais de 350000 euros/ano.

Este vilipendio nas contas públicas passa por 2esquemas” de desgovernação de várias cores políticas , recalcitrando na transferência do nosso dinheiro público para interesses privados.

E a tudo isto acresce a perda de valor em tudo o que arde e, muitíssimo mais gravoso, na perda de vidas e condição humana.

O montante total de perdas e desperdício acumulados ao longo dos últimos 10 anos, ainda ninguém apresentou valores ainda que aproximados.

O que se terá gasto daria para investir em meios técnicos e humanos nos hospitais dos nosso SNS. E aqui, permitam-me o meu grande desgosto quando, desde há vários anos, ouço os CA do hospital onde exerço a minha profissão, queixarem-se da falta de verbas para investimentos de remodelação ( o meu hospital tem já mais de 55 anos), reequipamento e contratação de profissionais necessários a sua regular actividade.

Na qualidade de cidadão, e apenas nessa qualidade, venho aqui apelar ao Exº Senhor Presidente da República e á esperança que nele deposito, para que, olhe para o Estado Português e leve, até às últimas consequências, as averiguações e demandas para pôr cobro a esta “vilanagem”!

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O paradoxo da matemática ou o golpe de estado da rés pública!

Na realidade, e como referiu Sextos, reconheço a mediania governativa à coligação PSD-CDS. Entre erros e mediocridades (com episódios de “relva”, de “marco” e quejandos), a coligação obteve a maioria relativa, mas, a MAIORIA de votos dos portugueses,
O programa maioritariamente sufragado foi o da coligação. Na campanha eleitoral ninguém se apercebeu de alguma possibilidade de coligação entre o PS, PCP e BE.
Ora esta hipótese (quase tese) de coligação representa a subversão de todo o historial dos princípios da vida democrática pós 25 de Abril de 1974.
A concretizar-se representa o escamotear da vontade da maioria de votos dos portugueses!
Representa, também, claro está, a luta titânica do Dr António Costa pela permanência no poder. O próprio pretende o protagonismo do lugar de 1º ministro, apesar da reconhecida ineficácia durante a campanha que levou o PS a uma derrota desastrosa.
O povo português terá que se manifestar na rua a concretizar-se esta leviana e contra natura coligação de esquerda.
E gostaria de rematar lembrando ao Dr António Costa que, como diz o velho provérbio popular, ” quem com ferros mata, com ferros morre”.

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O decurso da história.

De facto Passos Coelho cometeu erros na governação. Provavelmente o correr do tempo e alguns factores de sorte conjuntoral dão, hoje, resultados ligeiramente positivos na nossa economia.

Haverá que reconhecer que a diminuição da taxa de desemprego não é apenas fruto da governação. Mas o País é o que é.

Não reconheço algum patriotismo especial a este governo.

À historia caberá o julgamento desta integração europeia e de todos os responsáveis.

Mas, no presente, não nos restará outra solução senão esta governação mediana, sem elevação cívica e patriótica desta coligação PSD-CDS.

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Encosta abaixo, alegremente, o duplipensar ainda não enegreceu, a novilíngua exalta sempre até ao fim e de qualquer modo Brassens já cantava “mourir pour des idées, d’accord mais de mort leeeente ” ou a humildade de lembrar que raramente, raramente, os catastrofistas vêm justo

É bem verdade que quando se erra no diagnóstico é quase impossível acertar no tratamento mas quando a manipulação é muito boa transforma-se um produto noutro muito diferente e sabe-se há muito que a pergunta que não tem resposta é o que é a verdade. Mais, o extraordinário avanço da novilíngua e do duplipensar torna a audácia quase algo ilimitado.

Também se sabe que não se aprende com o erro dos outros, nem sequer com os nossos – nem a Grécia aprendeu com os seus erros na aplicação inicial dos fundos europeus, nem a Alemanha aprendeu com os seus erros que a levaram a mendigar, com sucesso, o perdão da dívida da II guerra, tal como a Lusocacânia nada aprendeu desde 1985 – os primeiros ecos da aplicação do Portugal 2020 levantam os receios habituais.

Também se devia saber e muitos sabem-no que os modelos mais depurados nunca funcionam muito tempo, só os mais degenerados e amalgamados conseguem sobreviver mais tempo, a natureza, a vida são amigas da heterogeneidade, dos contrários – as formas de Platão constituem as entidades mais solitárias e frígidas produzidas pelo pensamento humano e apenas evoluem para as paixões, estados de alma, ou temporários ou patológicos. Dito isto, é bem verdade que as sopas mais complexas precisam de demoradas cocções e mexidelas e se estas forem mal feitas acabam por resultar num caldo que coalhará ao fim de pouco tempo.

A sobrevivência do projecto do euro constitui uma surpresa e um manancial para análise.

O euro é um projecto de revolucionários bem sucedidos embora o desenho contribua e muito para o sucesso. Tinha tudo para falhar, já falhou no fundo, mas sobrevive e isto distingue o revolucionário com sucesso daquele de insucesso – transformar o novo, o inesperado, o inacreditável, o inviável em evolução natural, inevitável, transformar a revolução em TINA (Tsipras manifestamente ainda não percebeu isto, realmente de revolucionário nada tem). O euro sobrevive porque conseguiu levar os estados para o alto mar e agora declarou que nunca trouxe botes salva-vidas.

O euro é uma construção audaciosa do sistema financeiro , o último passo antes da entrada no paraíso do capitalismo-socialista de Spengler, de lucros privados e prejuízos públicos e  transferiu totalmente o risco moral para os devedores e isentou-o na totalidade dos credores.

Historicamente sempre houve uma luta sangrenta e feroz à volta do risco moral mas o pano de fundo não muda demasiado, permanece nos devedores que são empurrados para a perda da propriedade, nalguns períodos da história, para a perda da individualidade, agora, para a abolição da autonomia. Também faz parte da história que a recuperação das perdas quando as há, são sempre desviadas mais para os credores desde que se cumpra a regra de os credores serem mais fortes.

Este pormenor, melhor esta condição absolutamente necessária, passa demasiadas vezes despercebida. Tudo o que se disse repousa nessa pré-condição do credor ser mais forte que o devedor. Exemplos clássicos contrários, os primeiros emprestadores judeus que acabavam sem a cabeça ou empurrados para o outro lado da fronteira. Exemplo oposto, os EUA os grandes devedores que impõe a sua vontade aos credores.

O ser forte, para além de permitir assumir a cobrança, a captura da propriedade do devedor ou até a sua escravatura, torna-o dotado de uma força centrípeta quando se redistribuem os recursos. Esta força centrípeta assegura que a periferia não escape porque quem ditas as regras todas passa a ser o centro – o sistema de empréstimo/endividamento é na verdade o carrasco anunciado do mito do livre comércio, a falácia mãos bem vendida pelo centro. Esta força centrípeta assegura que o centro disfrute de todas as vantagens do endividamento ao empurrar todos os perigos para a periferia. Claro que isto exige uma mistura bem doseada de incompetência/ignorância da periferia, afastada da informação privilegiada, compra e pagamento de capatazes após o afastamento/eliminação do que restou dos patrões da periferia – eles próprios com tendência para preferir a internacionalização sendo duques  à limitação e perigos do estatuto da realeza local – de modo que não é possível fugir ás regras estabelecidas. Uma vez feito o endividamento do centro nada mais resta á periferia senão fazer o mesmo – o mito das contas equilibradas com o par franco-germânico perpetuamente fora dele é o maior mito que a o duplipensar conseguiu inculcar.

Se olharmos para outros continentes observamos esse crescer de dívida generalizado. A moral falaciosa de censura a quem quer mais do que aquilo que pode, foi muito bem construída – como é que uma empresa da periferia pode competir se não tiver também um grau importante de endividamento? No centro o capital próprio anda á volta dos 25 a 40%, tudo o resto é dívida contraída a juros mais favoráveis,  na periferia descapitalizada o capital próprio não pode deixar de ser menor e muitas vezes desce para o patamar á volta dos 10%, convenientemente fraco para uma fácil destruição. Esta regra do centro, o endividamento, é o seguro de vida para o seu predomínio. No sistema financeiro a arte foi mais desenvolvida, pudera, o centro absoluto, com capitais próprios entre 3 e 4% – mesmo Basileia III não sobe para 8%, outra mentirazita bem urdida e de qualquer modo esses 8% são suficientes para assegurar que o risco moral nunca será invocado ao mesmo tempo que assegura o controlo, tornando possível comprar vários cães com o pelo dos ditos.

Mas  a falácia mais importante não deriva da dívida mas sim do emprego, ou as famosas reformas estruturais como promotores do emprego. Como se irá ver no futuro, a médio prazo, as reformas estruturais, o eufemismo da baixa dos salários não cria emprego, diminui-o por várias razões, sendo a principal a lentificação da velocidade do dinheiro, algo que Friedman não previu e que originou o falhanço da sua teoria económica, ao ser comprovado que a massa monetária de per si não controla os preços, é preciso ter em conta a velocidade de circulação. Ao tirar ao salário cada vez mais a porção do bolo a velocidade fatalmente diminui. Mais determinante, com a acumulação extraordinária de dívida a irrelevância, o excedente de massa humana torna-se insustentável agora que não há impérios para exportar, pelo contrário são os desgraçados das ex-colónias que fogem das suas terras, sem nada para fazer para além de morrer ao serviço dos capatazes da guerra.

Aquilo que vamos testar é qual o nível de empobrecimento e de desemprego compagináveis com a actual duração da vida humana, com a lentidão da morte e com a descrença espelhada na baixa taxa de natalidade.

Aquilo que se vai testar é qual o grau de estupidificação, de infantilização e de corrupção que podem ser compatíveis com a liberdade humana, qual é o ponto da reversibilidade última.

Aquilo que já se percebeu é que o modelo da democracia representativa morreu de morte natural ao fim de poucas gerações. A corrupção que a distância potencia tornou-se, mais do geradora de perdas importantes, no maior factor destrutivo da sociedade – será a última ironia desta fase da história, a comprovação da existência de algo porque se destrói e se nota a ausência. Aquilo que ainda não adivinhamos é qual o resultado da governação por capatazes apenas, já que os donos ou morreram ou já não querem aparecer – o factor decisivo não é a justiça, a natureza e as sociedades não são justas, é a sua sustentabilidade.

Até quando a subsidiariedade vai continuar a enganar os optimistas? Quando é que o pensamento de que não há  maior bondade do que independência e liberdade, que a complexidade que tudo justifica é filha da novilíngua e sobrinha da corrupção que ninguém é melhor servido do que por si próprio se tornam evidentes por si próprios, como diriam os fundadores dos EUA.

Quando é que os verdadeiros revolucionários que nos vêm governando  vão ser expostos, a sua audácia e loucura exibidas e logo afastados. Se é possível descer, descer, descer, retroceder até á mais avançada infantilidade e saír do buraco, é algo que não sabemos, nunca antecipamos quando os catastrofistas têm razão porque só raramente a têm, mas lembrem-se que como tudo, nem sempre estão errados. Tudo se cansa, tudo se apaga.

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A grécia inventou a democracia, a europa central o processo e o castelo, os anglo-saxónicos o “as if”, os burocratas a imbecilidade activa, os financeiros a corda para os enforcamentos, leiam Swift que é bem bom

Os Cafeínicos

Provavelmente, mas está longe de ser certo, iniciamos uma das grandes curvas da história, lenta a negociar, cega sem deixar ver o que vem a seguir – nem houve fim da história, mas o historicismo está morto.

O referendo da Grécia marca mais uma das etapas do fim do regime representativo, pelo menos nesta versão. Os exemplos acumulam-se sobre as más opções que são tomadas nas alturas mais decisivas das escolhas, certamente sempre contrariadas pelos incumbentes que, satisfeitos, proclamam a bondade de terem sido escolhidos. A maior parte das vezes nem de escolhas se trata, como ontem aconteceu, a não ser da última vontade de fazer uma careta aos palhaços ricos do centro antes da queda habitual do palhaço pobre.

A escolha é quase sempre fatalmente viciada pela manipulação das alternativas, sempre trabalhadas e desfiguradas por quem pode controlar, pelo menos parcialmente.

Não é fácil saber se ontem a fundamentação…

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A grécia inventou a democracia, a europa central o processo e o castelo, os anglo-saxónicos o “as if”, os burocratas a imbecilidade activa, os finaceiros a corda para os enforcamentos, leiam Swift que é bem bom

Provavelmente, mas está longe de ser certo, iniciamos uma das grandes curvas da história, lenta a negociar, cega sem deixar ver o que vem a seguir – nem houve fim da história, mas o historicismo está morto.

O referendo da Grécia marca mais uma das etapas do fim do regime representativo, pelo menos nesta versão. Os exemplos acumulam-se sobre as más opções que são tomadas nas alturas mais decisivas das escolhas, certamente sempre contrariadas pelos incumbentes que, satisfeitos, proclamam a bondade de terem sido escolhidos. A maior parte das vezes nem de escolhas se trata, como ontem aconteceu, a não ser da última vontade de fazer uma careta aos palhaços ricos do centro antes da queda habitual do palhaço pobre.

A escolha é quase sempre fatalmente viciada pela manipulação das alternativas, sempre trabalhadas e desfiguradas por quem pode controlar, pelo menos parcialmente.

Não é fácil saber se ontem a fundamentação do resultado era robusta ou não. Aparentemente sim, votar não com os bancos fechados é próprio do desespero, da mesma magnitude dos irlandeses de Swift aconselhados a comer os filhos. Mais tradicionalmente, qualquer livro de histórias antigas relata a saída habitual dos miseráveis endividados e desempregados, a venda dos filhos, a prostituição das mulheres e talvez os gregos sintam que estão no limiar desse estado.

Até se compreende o resultado porque outro seria de certo modo ratificar o delírio e gatunagem dos últimos trinta anos na Grécia. Esse é , aliás, o risco que corre a velha Europa nos próximos tempos, a confrontação com a ratificação da trupe enorme de capatazes vendedores da banha da cobra, vendedores da segurança nacional ao endividarem todo um país e obviamente incapazes de rapidamente varrerem para debaixo do chão toda a porcaria acumulada nestes trinta anos.

É curioso que a queda de um regime inviável e ameaçador como os regimes comunistas se tenha seguido pela instauração de regimes cleptocráticos e desvairados. Muitas vezes os vitoriosos sabem como infligir a sua perda por demasiada ambição, nunca leram a arte da guerra. Enfim, deslumbraram-se.

Estes capatazes esperam sempre escapar ao chicote e ao pontapé da história mas nada está perdido, o que é preciso é resiliência, ah que grande palavra da treta gesto-económica, verdadeiramente a “dismal science”.

As sociedades vão perfurar, pressionar, encolher até encontrar uma saída. Até lá vai haver muita destruição. A duração deste tempo será de uma a duas gerações, tempo suficiente para o desaparecimento de alguns povos, fugitivos das agruras das periferias para as frialdades dos centros.

Nunca foi possível arranjar emprego para toda a gente, sempre houve muita dívida, mas agora há algumas diferenças, as três principais é que se morre devagar – ou pelo menos era assim até agora – muito devagar, procria-se pouco, muito pouco e a dimensão da dívida é muito grande, assustadoramente grande ao levar em conta que cresceu já no meio de um ambiente de altas extorsões / impostos. Como é que os capatazes conseguem retirar o dinheiro suficiente para azular parte dos grandes vermelhos dos livros? Vai ser muito difícil, muito difícil, mais ainda porque esses capatazes promoveram a glorificação dos mercados e do crescimento e ajudaram ao enterro dos contextos, os grandes limitantes, em todos os sentidos das sociedades. Uma sociedade sem contexto é mais livre para ser desenvolvida e espremida, é mais vulnerável perante a contracção. Como justificar sem exibir força  uma extorsão elevada numa sociedade a activamente a destruir o contexto – verdadeiramente, se “there is no such thing as society” porque é que pago impostos para além da manutenção da polícia e do exército, para pagar despesas que outros assumiram, para voltar a ir aos mercados, mas eu não quero ir aos mercados para nada, “só por cima do meu cadáver”.

Pior, os capatazes não perceberam que o modelo de desenvolvimento global que escolheram só é viável com uma das duas saídas, uma estupidificação em massa e profunda – mas como vender banha da cobra a débeis, a compra da mesma pressupõe uma ambição acima desse nível seguro de estupidez – ou uma sociedade oriental onde o conceito de vida seja um interminável jogo onde os contrários não são percebidos como verdadeiramente diferentes, algo muito longe da vivência da metade ocidental do mundo.

A representatividade falhou porque tinha de falhar, muitos tinham verificado isso, desde Platão até ao amaldiçoado Nietzche. Os anglo-saxónicos tinham conseguido lidar com este falhanço com a forma hábil do “as if”. Mas tudo tem um prazo de validade, algo tem de morrer mesmo para renascer de forma um pouquito diferente.

A crise da representação tem no entanto um efeito com grande potencialidade, a humildade. Se não é verdade que a representação possa continuar a fundamentar-se na complexidade da administração, talvez a única ingenuidade de Tocqueville e a sua metodologia de escolha é demasiado vulnerável á manipulação e caciquismo com a quase inevitável escolha dos piores entre os piores – a elite dos capatazes europeus é absolutamente assustadora – a humildade advirá da apreensão que não temos equipamentos para grandes planeamentos ou legislações, regressemos ao nível mais humano da administração mais local, mas com verdadeira autonomia, não aquela que os bruxelenses sonharam para o seu total domínio, as regiões como caixas postais das suas deliberações.

Como a biologia nos ensina, a imagem que Sextus mais aprecia, a riqueza dos genes só foi possível pela individualização das células e mesmo da compartimentalização dentro das células, ou o exemplo da fisiologia, a comunicação entre células faz-se de formas passiva, activa e facilitada, sempre com portões.

Até lá, queimemo-nos no grande magma enlouquecido, disfrutemos do último “as if”.

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