Amordaçados para a manutenção do politicamente correcto!

Longe vão os tempos dos homens e mulheres livres!

Das antigas e genuinas tertúlias ou conversas de amigos falando livremente, assiste-se hoje ao desaparecimento do encontro de pessoas diferentes, nas convicções e nas ideias, as quais numa conversa informal, trocavam valores e projectos para o futuro mais próximo. De facto parece que o futuro acabou e as pessoas andam muitos preocupadas com o “trabalho” de desaparecerem na penumbra, a fim de, passando mais desapercebidas, poderem escapar , nesta crise profunda, a serem atingidas por o poder desta democracia de possidónios e broeiros.

Entre conjecturas, algorítmos, organigramas e propostas que mais não desejam que a manutenção do poder duns quantos, assistimos ao despudor dos factos do dia a dia!

A saber, os funcionários da TAP ficam isentos do contributo solidário para a crise Nacional. Mas porquê?

Referem alguns que, para mais uma alienação (vulgo privatização), convirá manter um bom ambiente laboral na TAP, sendo qua a empresa é considerada estratégica no todo Nacional, em competição com as congéneres a nível internacional, etc.,etc.,……. Mas pergunto eu… não suportou o erário público, com os sucessivos descalabros anuais da exploração da TAP, e como tal, os impostos de todos nós?

Sou médico a trabalhar em funções públicas exercendo a minha missão dentro de um serviço que considero também estratégico para o bem estar dos portugueses, competindo com grupos privados e fundações, que mais não fazem do que ir comer na gamela do Estado, pautando a minha missão pública pelo afã de tornar cada vez mais competitiva e economicamente rentável a actividade do serviço que tenho a honra de dirigir. Mas eu como tantos outros, temos e vamos ter que contribuir mensalmente com o nossos prejuízo para a crise; este contributo é acrescido de um congelamento de carreiras médicas desde há mais de 10 anos!

Por isso quando dantes as pessoas reuniam e falavam das soluções possíveis para a crise que se avizinhava, nos dias de hoje não aparece ninguém, ou então trocam-se algumas palavras em surdina! Uns arranjaram alguma posição ascencional de carreira e como tal dever-se-ão afastar a fim de, no recato e no silêncio, consolidarem e preservarem a posição que lhes foi concedida! Outros têm, por mêdo das consequencias negativas da expressão livre, de estar caladinhos, falando de futebol e outros assuntos frugais, ficando a aguardar por melhores dias!

Enfim……isto está de se fugir! Acresce que ninguém vislumbra qualquer saída mais amena desta situação.

 E já agora para as gentes da RTP, esta história das quotas de audição dos diferentes canais trás água no bico! Alguém deseja fazer baixar o mais possível o futuro valor da RTP no mercado!

Pela minha parte, aguardo serenamente pelo despertar da sociedade Portuguesa a fim da recolocação dos possidónios e broeiros no seu devido lugar!

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Sobre Jorge G. Pereira

Sou Português, nascido no Porto, terra de tradição antiga e firme, de onde nasceu o nome de Portugal,
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