Redundância com pobreza ou Sextus chama Camilo e Sobrinho: o Minho é incompatível com a Cacânia

A redundância gerida em ambiente de pobreza fica ameaçada e não consegue cumprir o seu maior destino, a provisão de maior segurança.

A redundância com pobreza acaba fatalmente  em factor de instabilidade e de insegurança.

A redundância com pobreza é incompatível com o patamar de decadência qualificada da Cacânia.

A redundância com pobreza é o Minho. (Sextus aceita que a redundância sem pobreza está aquém do Minho e pode ser muito triste e perigosa de modo que alguns teóricos defendem que pobreza por pobreza, que venha a redundância para sermos o Minho, o problema é que o Minho só tem como desiderato a sua eternização),

Sextus faz a devida vénia ao grande Camilo e aplaude Sobrinho: tudo isto cheira a Minho.

No caso das polícias o ministro Relvas não é demasiado importante. As confusões com ministros são comuns e tal como PPC diz, SMS (e Sextus adiciona almoços ou similares) não são suficientes para a demissão.

O problema está na polícia dita secreta (em Portugal o segredo tem uma conotação muito especial). Ao contrário do que diz PPC, não basta ser leal, validar a lealdade é uma contradição no relacionamento em causa, um polícia dessa qualidade não pode ser validado como leal ao primeiro-ministro. Um polícia desta qualidade tem que ser eficaz e rapidamente demitido quando é apanhado em falso junto do público. A cabeça tem de ser imediatamente servida para salvar o resto do corpo. Qualquer bom lacedemónio sabia que roubar não era crime, crime era roubar e ser apanhado.

Alguns dirão que esta escolha de PPC pode traduzir a transfiguração do governo em refém desta polícia. Se é isso que está em causa, mais ainda é necessário o exercício do poder governativo, o poder não se resguarda, exerce-se em ambiente de tensão, conflito e dose razoável de insegurança.

Não fica por aqui a transfiguração minhota de todo o país. Na verdade nada de realmente relevante transpirou sobre os conhecimentos desta policia. A sua já comprovada inépcia faz suspeitar que sabe que A pagou a B para negociar com C a preço mais vantajoso do que o mercado sugeriria e por aí adiante. Enfim o sumo deverá com toda a probabilidade ser francamente menos importante que a casca e a crença quer nos liberais de sete costados, quer nos reguladores vai diminuindo depois de termos sabido que apenas Zenão, o magnífico cretense, os avistou de braço dado com o Bom Selvagem no encalce do Bom Socialista.

O outro lado do Minho (ou suevo como diria o meu amigo AVL) é a costumeira afirmação de que o poder só se exerce quando reúne as condições para tal, pensamento piedoso própio de todos os líderes que não nasceram para governar, a quase totalidade, é verdade.

Isto leva-nos á preocupação final. Quem teve a felicidade e o prazer de ver a magnífica série “Yes, Minister” compreendeu que no meio do brilhante humor britânico passava a verdade secular (mas não milenar) que o governo é demasiado perigoso e importante para deixar ao cuidado dos governantes, para isso estavam lá os funcionários (o fraseado politicamente correcto chama-lhes os técnicos). O que temos visto a desenrolar à frente dos nossos olhos confirma os receios de que os Sir Humphrey portugueses são todos minhotos.  

 Da forma que o mundo europeu e norte-americano tem evoluído Sextus começa a interrogar-se que há géneros que venceram a batalha da selecção, particularmente os minhotos, a forma apesar de tudo acabrunhada dos minhotos originais, os minhotos à solta (o seu devir paradisíaco) representados pelos brasileiros, os sicilianos, tios-avós dos minhotos, representados pelos banqueiros e afins e os cretenses, 0s múltiplos filhos da ilusão e da mentira. Se os germanos não tiverem cuidado, cretenses (os vizinhos a leste) e minhotos vão transformá-los. O que será a raça minho-germânica, Sextus treme

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