Porque fomos enganados!

Entende-se que não valerá a pena recordar o passado. Que não adianta nada nem a ninguém. Que não resolve para o futuro.

Pela minha parte baseio muitas das opções que na minha vida pessoal vou tomando, baseando-me em muitos dos factos da história, não só dos meus antepassados, bem como, da história do meu País e do Mundo.

E…recordando uma vez mais a história, já quando um ministro de Salazar lhe anunciava frenéticamente e com grande entusiasmo a descoberta de petróleo em Cabinda, Salazar pensou no acréscimo de problemas e interesses Internacionais que tal facto iria acrescentar, dado o interesse da ganância que o “ouro negro” iria provocar sobre o território que era Português.

A partir daqui, começaram as guerras do Ultramar! E apesar do esforço por estas condicionado, em 1970 Portugal apresentava um crescimento económico invejável.

Aconteceu a revolução de Abril! Tomado o poder pelos partidos do novo stablishment, aparece a “inexorável” e esequeranda descolonização, a qual, com Mário Soares à cabeça, mais não fez que a distribuição do nosso Ultramar (nomeadamente Angola) a quem mais interessava. Estão ainda por contar os mortos da guerra civil Angolana e em outros territórios ultramarinos, que julgo terem sido em número muito superior às nossas perdas durante os anos de guerra.

De seguida Mário Soares (em conjunto com os seus “patrões” europeus e mundiais) encaminhou Portugal para a Europa, sem sequer se dar ao trabalho de perguntar aos portugueses (como bom “democrata”), através de referendo, se era este o seu desejo. Sonhou que aqui na Lusitânia-Cacânia (com a devida vénia a Sextus) o povo se organizaria conforme os costumes Teutónicos e Saxónicos, com estilos de vida regrados, com gastos de acordo com as possibilidades e, sobretudo, pagando sempre atempadamente o que houvesse para pagar, não ultrapassando nunca os orçamentos estabelecidos.

Assim vieram os dinheiros europeus para o abater do já pobre tecido produtivo nacional, com o subsequente aumento da “farinha do bolo” (obrigado Sextus)! Foi um fartar vilanagem! Um gastar, assambarcar e roubar à fartazana!

E agora?????

Agora haverá que mudar a mentalidade dos nossos jovens de modo a organizarem-se de acordo com os tais princípios de vida Teutónicos e Saxónicos, a fim de Portugal se poder manter na europa dos ricos.

 Quando não só nos restará a saída da europa rica e o o regresso á pobreza e atrasos dos anos 30 do século passado!

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Sobre Jorge G. Pereira

Sou Português, nascido no Porto, terra de tradição antiga e firme, de onde nasceu o nome de Portugal,
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