Onde é que o Mundo chegou!

Portugal sempre foi uma nação cujo credo religioso preponderante foi o Catolicismo. Conjuntamente com Espanha a verdade Católica era dada a conhecer ao Mundo por nós descoberto em sítios, terras e continentes longínquos.
No Catolicismo (e aqui concordando com Pedro Arroja) a figura da mulher, matriarca e mãe, é o fulcro da célula familiar e de toda a sociedade desse tempo.No nosso País esta realidade manteve-se até meados do século passado (aqui se verifica o conhecimento que, o governante português à época, tinha dos Portugueses, da sua cultura e das diferenças desta quando comparada, em valor, ao resto do centro Europeu e dos EUA).
Com o Protestantismo e com as diferentes correntes dele surgidas, as quais cresceram em países do centro e do norte da Europa (interessados que estavam nas riquezas dos mundos por nós descobertos), a figura matriarcal da mulher perde a importância que até então teve. E devido às lutas entre as correntes do Protestantismo, surgem as seitas políticas que, vindas de lugares aparentemente mais evoluídos, criam as correntes partidárias que combatem a igreja Católica com todos os meios ao seu alcançe.
Daí surgem os partidos da “Democracia” e os “nichos” de poder (vulgo lobbies).
Na actualidade os lobbies do poder ( a saber, Maçonaria, Opus Dei, “Arco Íris”, etc.) exercem a respectiva influência a seu belo prazer, nas diferentes áreas (governativa, económica, ete.); os referidos lobbies perspassam transversalmente a sociedade e os partidos, facto que torna difícil o vislumbre da oposição, mesmo por vezes no seio dos nossos amigos;a permanente colocação em causa, desvalorização e até desaparecimento dos costumes tradicionais das sociedades do Sul da Europa, foi e é um desígnio das comunidades provenientes dos “bárbaros” do centro e norte da Europa.
Assiste-se, no presente, a um ataque desenfreado à Igreja Católica e a toda a sua estrutura, até por dentro da própria.
E Portugal não escapa às referidas influências de poder, com importação de usos e costumes dessas culturas “selvagens” da Europa do Centro e do Norte, que nada têm com a nosssa cultura multicentenária. Aliás, esbanjamos essa nossa cultura, por “tuta e meia” a troco das quimeras que nos vêm ofertar em troca do nosso carácter.
Portugal sempre foi e vai continuar a ser um país Mariano e votado à mulher, durante séculos à frente do Mundo. `Vai ser preciso lutar para levar a cabo uma “limpeza” nos usos e costumes e, na minha opinião, nenhum católico se poderá ou deverá demitir deste processo de “luta”. No Papa Francisco recai a enorme responsabilidade de combater, com o apoio activo de todos os Católicos, contra estas estratégias dos poderes ocultos.
Teremos que seguir Jesus Cristo no exemplo da luta constante e permanente contra os desvios de costumes e cultura da nossa sociedade.
Estes meus pensamentos e outros, surgem do acumular de observações no meu microcosmos. Espero que Deus me possa dar saúde e inspiração para, em devido tempo, escrever um livro, vertendo alguns episódios da minha vida, vivenciados nos meus locais (cidade, trabalho, social, etc.).
Espero que, se não servir para inspiração literária, possa servir para memória futura.

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Sobre Jorge G. Pereira

Sou Português, nascido no Porto, terra de tradição antiga e firme, de onde nasceu o nome de Portugal,
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